quarta-feira, 29 de abril de 2015

ESTUDO DO DIA 03/05/2015 – QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS?

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 03/05/2015:
Tema: QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS?

5. E, tendo vindo para casa, reuniu-se aí tão grande multidão de gente, que eles nem sequer podiam fazer sua refeição. - Sabendo disso, vieram seus parentes para se apoderarem dele, pois diziam que perdera o espírito.
Entretanto, tendo vindo sua mãe e seus irmãos e conservando-se do lodo de fora, mandaram chamá-lo. - Ora, o povo se assentara em torno dele e lhe disseram: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e te chamam. - Ele lhes respondeu: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E, perpassando o olhar pelos que estavam assentados ao seu derredor, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos; - pois, todo aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe. (S. MARCOS. cap. III, vv. 20, 21 e 31 a 35 - S. MATEUS, cap. XII, vv. 46 a 50.)
6. Singulares parecem algumas palavras de Jesus, por contrastarem com a sua bondade e a sua inalterável benevolência para com todos. Os incrédulos não deixaram de tirar daí uma arma, pretendendo que ele se contradizia. Fato, porém, irrecusável é que sua doutrina tem por base principal, por pedra angular, a lei de amor e de caridade. Ora, não é possível que ele destruísse de um lado o que do outro estabelecia, donde esta conseqüência rigorosa: se certas proposições suas se acham em contradição com aquele princípio básico, é que as palavras que se lhe atribuem foram ou mal reproduzidas, ou mal compreendidas, ou não são suas.
7. Causa admiração, e com fundamento, que, neste passo, mostrasse Jesus tanta indiferença para com seus parentes e, de certo modo, renegasse sua mãe.
Pelo que concerne a seus irmãos, sabe-se que não o estimavam. Espíritos pouco adiantados, não lhe compreendiam a missão: tinham por excêntrico o seu proceder e seus ensinamentos não os tocavam, tanto que nenhum deles o seguiu como discípulo. Dir-se-ia mesmo que partilhavam, até certo ponto, das prevenções de seus inimigos. O que é fato, em suma, é que o acolhiam mais como um estranho do que como um irmão, quando aparecia à família. S. João diz, positivamente (cap. VII, v. 5), "que eles não lhe davam crédito".
Quanto à sua mãe, ninguém ousaria contestar a ternura que lhe dedicava. Deve-se, entretanto, convir igualmente em que também ela não fazia idéia muito exata da missão do filho, pois não se vê que lhe tenha nunca seguido os ensinos, nem dado testemunho dele, como fez João Batista. O que nela predominava era a solicitude maternal. Supor que ele haja renegado sua mãe fora desconhecer-lhe o caráter. Semelhante idéia não poderia encontrar guarida naquele que disse: Honrai a vosso pai e a vossa mãe. Necessário, pois, se faz procurar outro sentido para suas palavras, quase sempre envoltas no véu da forma alegórica.
Ele nenhuma ocasião desprezava de dar um ensino; aproveitou, portanto, a que se lhe deparou, com a chegada de sua família, para precisar a diferença que existe entre a parentela corporal e a parentela espiritual.

Fonte de Pesquisa: Kardec, Por Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Disponível em  http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/index.html. Capturado em: 01/ 05/ 2012
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quarta-feira, 8 de abril de 2015

ESTUDO DO DIA 12/04/2015 – A CORDIALIDADE

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 12/04/2015:
Tema: A CORDIALIDADE
Todos sabemos o quanto é agradável tratar e conviver com pessoas educadas. Não se trata aqui daquela educação superficial, mecânica, que comumente existe em pessoas que tentam encobrir o seu grande vazio interior. Falamos sobre pessoas que possuem a alegria, a paz e o amor dentro de si e expressam esses estados da alma sob a forma de gestos, palavras e atitudes fraternas que sinalizam sua superioridade moral. São pessoas que descobriram alguns dos talentos divinos fornecidos a nós por imensa misericórdia divina.
Por diversas ocasiões lembramos aqui a importância do exemplo por parte dos pais na transmissão de ensinamentos nobres na educação de seus filhos. Como também, que servimos de modelo aos nossos filhos não somente nas grandes, mas principalmente nas pequenas atitudes, expressadas quotidianamente o nosso comportamento enquanto cidadãos do mundo.
Apesar de seu limitado uso, as famosas “palavras mágicas” sempre abriram e continuarão abrindo as portas do mundo material e espiritual. Expressões como “bom-dia, boa-tarde, boa-noite, por favor, obrigado, por nada, desculpe-me, perdoe-me, com licença, pois não”... dentre uma infinidade de expressões, podem e devem fazer parte do vocabulário familiar. A palavra tem um enorme poder juntamente com o pensamento que a gesta. Ela eleva ou destrói, a quem ouve e a quem ouve e a quem fala, se formos invigilantes. Como diria o Espírito Miramez: “A palavra educada é o alvorecer da luz no coração. Se conversares somente assuntos construtivos, a tua aura se enriquecerá com a policromia divina, criando em torno de ti uma defesa individual, certamente ajudando a quem te ouve, no mesmo sentido. E, se falares coisas incompatíveis com a moral evangélica, perfurarás a tua própria atmosfera energética, deixando o ladrão assaltar-te, como fantasma da inquietação. E ainda ombrearás com a responsabilidade dos danos causados pela tua sugestão inferior aos que te ouvem”.
Busquemos, portanto, afastarmo-nos da maledicência, dos insultos da ingratidão, da covardia, do desânimo, do egoísmo, da intolerância que tanto caracterizam a incivilidade e a inferioridade espiritual. Comecemos inicialmente a disciplinar nossa própria conduta através da nossa fala e gestos e, posteriormente, eduquemos os nossos pensamentos. Não se engane, a criança reflete o que vê. Se nós reprovamos a conduta incivilizada de nosso filho, podemos estar reprovando a nós mesmos e aos ambientes onde ele convive – geralmente escolhidos por nós. Se, ao contrário, não percebemos nada demais e até nos orgulhamos nos enganando ao acreditar que suas “diabruras” tratam-se de excesso de energia e saúde, então nós é que estamos precisando de auxílio para o nosso egoísmo e irresponsável cegueira.
Em contrapartida, o nosso exemplo, na tentativa de sermos melhores, já é muito na educação do lar, mas não é tudo. Precisamos ter na cordialidade um sustentáculo básico para a educação de nossos filhos. E essa é uma tarefa contínua, que requer persistência, paciência e disciplina e, por vezes, chega a tornar-se cansativa, mas, vale a pena. Nada adquirido sem esforço próprio tem real valor. E a cordialidade é o primeiro portal para a verdadeira caridade.
Esforcemo-nos, portanto, para que nossos filhos iniciem-se na convivência fraterna, que só lhes trará felicidade, através de pequenas palavras e gestos de cordialidade, tais como: evitar gritos desnecessários, palavrões, bem como gestos grosseiros ou obscenos; não interromper as conversas desnecessariamente; evitar mexer indevidamente no que é alheio; não usar de maledicência; agradecer sempre quando beneficiado por qualquer dádiva; respeitar os humildes e mais velhos; dentre tantas outras atitudes que tenham como base a máxima espírita “Fazer e desejar  ao Outro o que desejaríamos que se fizesse ou desejasse a nós”. Lembremos que liberdade excessiva é sinônima de libertinagem, bem como o excesso de liberdade revela abandono e descaso. Toda criança ou adolescente requer e pede limite, principalmente nos momentos de maior rebeldia, por isso significar que alguém zela por ele e preocupa-se com o seu correto encaminhamento na vida.
A boa educação, portanto, não é sinônimo de repressão da espontaneidade, mas o redirecionamento adequado de energias primitivas e inadequadas, transmutando-as em bens da alma, na busca do próprio aperfeiçoamento.
 


Fonte de Pesquisa: Carneiro, Tânia Maria Farias e Barreto, Eryka Florenice Pinheiro (organizadoras). Guia Útil dos Pais – Uma Abordagem Educacional Espírita – 2ª Edição – Fortaleza – CE: Edições GEPE – Grupo Espírita Paulo e Estevão, 2004. (Área de Ensino). 125 a 127p.   

quarta-feira, 1 de abril de 2015

ESTUDO DO DIA 05/04/2015 – PERDOAI, PARA QUE DEUS VOS PERDOE

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 05/04/2015:

Tema: PERDOAI, PARA QUE DEUS VOS PERDOE


1. Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia. (S. MATEUS, cap. V, v. 7.)
2. Se perdoardes aos homens as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados; - mas, se não perdoardes aos homens quando vos tenham ofendido, vosso Pai celestial também não vos perdoará os pecados. (S. MATEUS, cap. VI, vv. 14 e 15.)
3. Se contra vós pecou vosso irmão, ide fazer-lhe sentir a falta em particular, a sós com ele; se vos atender, tereis ganho o vosso irmão. - Então, aproximando-se dele, disse-lhe Pedro: "Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão, quando houver pecado contra mim? Até sete vezes?" - Respondeu-lhe Jesus: "Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes." (S. MATEUS, cap. XVIII, vv. 15, 21 e 22.)
4. A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas. O ódio e o rancor denotam alma sem elevação, nem grandeza. O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada, que paira acima dos golpes que lhe possam desferir. Uma é sempre ansiosa, de sombria suscetibilidade e cheia de fel; a outra é calma, toda mansidão e caridade.
Ai daquele que diz: nunca perdoarei. Esse, se não for condenado pelos homens, sê-lo-á por Deus. Com que direito reclamaria ele o perdão de suas próprias faltas, se não perdoa as dos outros? Jesus nos ensina que a misericórdia não deve ter limites, quando diz que cada um perdoe ao seu irmão, não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes.
Há, porém, duas maneiras bem diferentes de perdoar: uma, grande, nobre, verdadeiramente generosa, sem pensamento oculto, que evita, com delicadeza, ferir o amor-próprio e a suscetibilidade do adversário, ainda quando este último nenhuma justificativa possa ter; a segunda é a em que o ofendido, ou aquele que tal se julga, impõe ao outro condições humilhantes e lhe faz sentir o peso de um perdão que irrita, em vez de acalmar; se estende a mão ao ofensor, não o faz com benevolência, mas com ostentação, a fim de poder dizer a toda gente: vede como sou generoso! Nessas circunstâncias, é impossível uma reconciliação sincera de parte a parte. Não, não há aí generosidade; há apenas uma forma de satisfazer ao orgulho. Em toda contenda, aquele que se mostra mais conciliador, que demonstra mais desinteresse, caridade e verdadeira grandeza d’alma granjeará sempre a simpatia das pessoas imparciais.

Fonte de Pesquisa: Kardec, Por Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Disponível em  http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/index.html. Capturado em: 27/ 03/ 2012.
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quarta-feira, 18 de março de 2015

ESTUDO DO DIA 22/03/ 2015 – O ADOLESCENTE E O SEU PROJETO DE VIDA

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 22/03/2015:
Tema: O ADOLESCENTE E O SEU PROJETO DE VIDA
A partir de Freud o conceito de sexo sofreu uma quase radical transformação. O eminente Pai da Psicanálise procurou demonstrar que a sexualidade é algo maior do que se lhe atribuía até então, quando reduzida somente à função sexual. Ficou estabelecido que a mesma tem muito mais a ver com o indivíduo no seu conjunto, do que específica e unicamente com o órgão genital, exercendo uma forte influência na personalidade do ser.
Naturalmente, houve excesso na proposta em pauta, nos seus primórdios, chegando-se mesmo ao radicalismo, que pretendia ser a vida uma função totalmente sexual, portanto, perturbadora e conflitiva.
Sempre se teve como fundamental que a vida sexual tinha origem na puberdade, no entanto, sempre também se constataram casos de manifestações prematuras do sexo, em razão do amadurecimento precoce das glândulas genésicas.
A Freud coube a tarefa desafiadora de demonstrar a diferença existente entre a glândula genital, responsável pela função procriadora, e a de natureza sexual, que se encontra ínsita na criança desde o seu nascimento, experimentando as naturais transformações que culminariam na sexualidade do ser adulto. Ainda, para Freud, a função de natureza sexual é resultado da aglutinação de diversos instintos — heranças naturais do trânsito do ser pelas fases primárias da vida, nas quais houve predominância da natureza animal, portanto, instintiva que se vão transformando, organizando e completando-se até alcançarem o momento da reprodução, igualmente ligada àquele período inicial da evolução dos seres na Terra.
No transcurso desse desenvolvimento dos denominados instintos parciais, muitos fatores ocorrem naturalmente, sendo asfixiados, transferidos psicologicamente, alterados, dando nascimento a inúmeros conflitos da personalidade. A personalidade, desse modo, é o resultado de todas essas alterações que sucedem nas faixas primeiras da vida e que são modificadas, transformadas e orientadas de forma a construir o ser equilibrado.
Trata-se, portanto, de uma força interior que se desenvolve no ser humano e quase o domina por inteiro, estabelecendo normas de conduta e de atividade, que o fazem feliz ou desventurado, saudável ou enfermo.
Para entender esse mecanismo é indispensável remontar às reencarnações anteriores por onde deambulou o Espírito, que se torna herdeiro do patrimônio das suas ações, ora atuantes, como desejos, tendências, manifestações sexuais impulsivas ou controladas.
Houvesse, o eminente vienense, recuado à ancestralidade do ser imortal, superando o preconceito que lhe hipertrofiava a visão científica, reduzindo-a, apenas, à matéria, e teria conseguido eqüacionar de forma mais segura os problemas do sexo e da sexualidade.
Não obstante, essa força poderosa é que, de certa forma, influencia a vida, no campo das sensações, levando a resultados emocionais que se estabelecem no psiquismo e comandam a existência humana que, mal orientada, pouco difere da animal.
É nesse período, na adolescência, que se determinam os programas, os projetos de vida que se tornarão realidade, ou não, de acordo com o estado emocional do jovem.
Convencionou-se que esses programas existenciais devem ser estruturados na visão ainda imediatista, isto é, no amealhar de uma fortuna, no desfrutar do conforto material, no adquirir bens, no ter segurança no trabalho, na liberalidade afetiva, no prazer... Muitos programas têm sido estabelecidos dentro desses limites, que pareceram dar certo no passado, mas frustraram pessoas que se estiolaram na amargura, no desconforto moral, na ansiedade mal contida.
O ser humano destina-se a patamares mais elevados do que aqueles que norteiam o pensamento materialista, quais sejam, o equilíbrio interior, o domínio de si mesmo, o idealismo, a harmonia pessoal, a boa estruturação psicológica, e, naturalmente, os recursos materiais para tornar esses propósitos realizáveis.
Para tanto, o propósito de vida do jovem deve centrar-se na busca do conhecimento, na vivência das disciplinas morais, a fim de preparar-se para as lutas nem sempre fáceis do processo evolutivo, na reflexão, também na alegria de viver, nos prazeres éticos, na recreação, nos quais encontra resistência e renovação para os deveres que são parte integrante do seu processo de crescimento pessoal.
Somente quem se dispõe a administrar os desafios, consegue planar acima das vicissitudes, que passam a ter o significado que lhes seja atribuído. Quando se dá a inversão de metas, ou seja, a necessidade de gozo e de desfrutar de todas as comodidades juvenis, antes de equipar-se de valores morais e de segurança psicológica pelo amadurecimento das experiências e vivências, inevitavelmente o sofrimento, a insatisfação, a angústia substituem os júbilos momentâneos e vãos.
O adolescente atual é Espírito envelhecido, acostumado a realizações, nem sempre meritórias, o que lhe produz anseios e desgostos aparentemente inexplicáveis, insegurança e medo sem justificativa, que são remanescentes de sua consciência de culpa, em razão dos atos praticados, que ora veio reparar, superando os limites e avançando com outro direcionamento pelo caminho da iluminação interior, que é o essencial objetivo da vida.
O projeto de uma vida familiar, de prestígio na sociedade, de realizações no campo de atividades artísticas ou profissionais, religiosas ou filosóficas, é credor de carinho e de esforço, porque deve ser fixado nos painéis da mente como desafio a vencer e não como divertimento a fruir. Todo o esforço, em contínuo exercício de fazer e refazer tarefas; a decisão de não abandonar o propósito em tela, quando as circunstâncias não forem favoráveis; o controle dos impulsos que passarão a ser orientados pela razão, ao invés de encontrarem campo na agressividade, na violência, no abuso juvenil, constituem os melhores instrumentos para que se concretize a aspiração e se torne realidade o programa da existência terrena.
O adolescente está em formação e, naturalmente, possuindo forças que devem ser canalizadas com equilíbrio para que não o transtornem, necessita de apoio e de discernimento, de orientação familiar, porque lhe falta a experiência que melhor ensina os rumos a seguir em qualquer tentame de vida.
Nesse período, muitos conflitos perturbam o adolescente, quando tem em mira o seu projeto de vida ainda não definido. Surgem-lhe dúvidas atrozes na área profissional, em relação ao que sente e ao que dá lucro, ao que aspira e ao que se encontra em moda, àquilo que gostaria de realizar e ao aspecto social, financeiro da escolha... Indispensável ter em mente que os valores imediatos sempre são ultrapassados pelas inevitáveis ocorrências mediatas, que chegarão, surpreendendo o ser com o que ele é, e não apenas em relação ao que ele tem.
Caracteriza-se aqui a necessidade da auto-realização em detrimento do imediato possuir, que nem sempre satisfaz interiormente.
Há muitas pessoas que têm tudo quanto a vida oferece aos triunfadores materiais, e, no entanto, não se encontram de bem com elas mesmas. Outrossim, possuem tesouros que trocariam pela saúde; dispõem de haveres que doariam para fruírem de paz; desfilam nos carros de ouro dos aplausos e prefeririam as caminhadas afetivas entre carinho e segurança emocional...
Desse modo, o projeto existencial do adolescente não pode prescindir da visão espiritual da vida; da realidade transpessoal dele mesmo; das aspirações do nobre, do bom e do belo, que serão as realizações permanentes no seu interior, direcionando-lhe os passos para a felicidade.
Os haveres chegam e partem, são adquiridos ou perdidos, porém, o que se é, permanece como diretriz de segurança e mecanismo de paz, que nada consegue perturbar ou modificar.
Para esse cometimento, a boa orientação sexual faz-se indispensável na fase de afirmação da personalidade do adolescente, como ocorre nos mais diferentes períodos da vida física.


Fonte de Pesquisa: Franco, Divaldo P., pelo espírito Joana de Angelis. Adolescência e Vida. Disponível em  http://www.luzespirita.org.br/leitura/pdf/L102.pdf. Capturado em 13/03/2012.

quarta-feira, 11 de março de 2015

ESTUDO DO DIA 15/03/ 2015 – LAR É DIFERENTE DE CASA.

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 15/03/2015:
Tema: LAR É DIFERENTE DE CASA
Quando a família está para ser constituída existe uma preocupação grande quanto ao lugar onde ela irá se fixar, ou seja, a casa que se transformará na moradia dessa família. Cuidados arquitetônicos são providenciados. A decoração é revista. Estuda-se a vizinhança. A casa está pronta. Entretanto, o lar desmorona alguns meses depois - o lar e não a casa - entre brigas, confusões, ciúmes. A casa ali está no mesmo lugar de sempre, mas pesa sobre o lar uma atmosfera de intranqüilidade, de desunião.
Casa é o local, o lugar onde a família vai se instalar materialmente, formada de paredes, chão, teto e todos os recursos disponíveis para se levar a existência a contento.
Lar é o ninho aconchegante formado pelo amor, o ambiente psicológico e afetivo que determina as boas ou más qualidades das relações internas entre os familiares.
A preocupação excessiva com a casa  tem determinado o fracasso do lar. Divaldo Franco, no livro Laços de Família nos alerta: "Os cuidados com estética, contribuem para a alegria e o bem-estar daqueles que nela habitam. O excesso que certas esposas têm com limpeza, torna-se um verdadeiro fanatismo. A mulher "se matando" de canseira no afã de deixar tudo com brilho, tudo certinho, tudo arrumadinho, não permitindo que o marido e os filhos desfrutem do ambiente doméstico! É escrava da casa. Esquece-se do lar. Proíbe que o marido de recoste na cama ou no sofá, para não amassar; que tire as cadeiras do lugar; que encha o copo fora da pia, porque pode molhar o chão... eis a casa-museu. Preocupada com a casa, a esposa olvida a sua condição de mulher, que se deve apresentar ao marido “charmoso” (como nos tempos de namoro e noivado). Ao lado disso, a descortesia na recepção dos amigos e parentes, próprios e do marido; as imposições, a falta de tato, que motivam o esposo e os filhos a procurarem outro ambiente, onde encontrem o que lhes é negado em sua residência. Lar e casa devem formar, pois, um conjunto harmonioso. Um oásis para a vivência e o repouso de cada dia".
O estabelecimento do lar, em bases legítimas do amor, determina a casa em que a alegria espontânea predomina sobre as preocupações de ordem estritamente aparente.
O lar detentor desse legítimo amor que educa que oriente que protege que estimula as relações morais, desenvolvendo assim a formação do caráter de seus membros, é uma legítima escola.
Podemos dizer, sem medo de errar, que a escola deveria ser, tanto quanto possível, cópia do lar, extensão do mesmo, mas para isso se faz necessário que a família, como instituição social encarregada de trabalhar prioritariamente os valores morais do caráter, se reposicione, estruturando o seu viver com os objetivos voltados para o lar e não para a casa.
É comum verificarmos a família preocupada com as compras do mês, com a pintura da fachada residencial, com a decoração interna, com a aquisição deste ou daquele bem de consumo, com as finanças para conforto da existência e esquecida da educação dos filhos, que tudo possuem materialmente, mas não possuem respeito ao próximo, desobedecem ao pai e à mãe, vivem em total liberdade a tudo destruindo, sendo classificados como crianças "mal-educadas". Mal educadas porque essa família não formou um lar. E se o lar desestruturado mal educa, é uma verdade que o lar bem estruturado educa, e essa constatação é feita pelas pessoas diariamente, classificando o lar como escola. O lar não é a escola da instrução intelectual, mas:
- da educação do sentimento;
- da consolidação dos valores ligados ao bem;
- do exercício de condutas que visam ao preparo para viver em sociedade;
- da aquisição de recursos éticos que validam o comportamento moral.
Esse é o verdadeiro lar, a verdadeira escola que compete à família organizar, sem o que teremos uma instituição social doente, desequilibrada, sem ética, lançando na vida desajustados crônicos.
Como escola da alma, o lar deve ser dinâmico, propiciando a seus componentes sentimento de união, de solidariedade, de diálogo construtivo, iniciando os filhos nas pequenas tarefas domésticas e introduzindo-os nas atividades da complexa sociedade humana. Tudo isso faz parte da educação, que é a formadora do ser.
A família exerce em maior grau a parte da educação moral, da formação do caráter, ao mesmo tempo em que auxilia a parte da educação intelectual, competência maior da escola, o que nos indica a necessidade da integração entre a escola e a família.
Uma escola que se faça um  lar torna-se extensão da família para o educando. Um lar que complementa a escola torna-se extensão da sala de aula para o educando.
Essa interação, fortalecendo a educação moral para que esta direcione a educação intelectual, será conseguida no melhor entendimento do papel educador do lar e também da escola.
 


Fonte de Pesquisa: Texto extraído do GUIA ÚTIL DOS PAIS – Uma Abordagem Educacional Espírita – Carneiro, Tânia Maria Farias e Barreto, Eryka Florenice Pinheiro (organizadoras)- 2ª Edição – Fortaleza – CE: Edições GEPE – Grupo Espírita Paulo e Estevão, 2004. (Área de Ensino). 57 a 59p.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

ESTUDO DO DIA 01/03/ 2015 – O HOMEM NO MUNDO

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 01/03/2015:
Tema: O HOMEM NO MUNDO
10. Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração dos que se reúnem sob as vistas do Senhor e imploram a assistência dos bons Espíritos. Purificai, pois, os vossos corações; não consintais que neles demore qualquer pensamento mundano ou fútil. Elevai o vosso espírito àqueles por quem chamais, a fim de que, encontrando em vós as necessárias disposições, possam lançar em profusão a semente que é preciso germine em vossas almas e dê frutos de caridade e justiça.
Não julgueis, todavia, que, exortando-vos incessantemente à prece e à evocação mental, pretendamos vivais uma vida mística, que vos conserve fora das leis da sociedade onde estais condenados a viver. Não; vivei com os homens da vossa época, como devem viver os homens. Sacrificai às necessidades, mesmo às frivolidades do dia, mas sacrificai com um sentimento de pureza que as possa santificar.
Sois chamados a estar em contacto com espíritos de naturezas diferentes, de caracteres opostos: não choqueis a nenhum daqueles com quem estiverdes. Sedes joviais, sede ditosos, mas seja a vossa jovialidade a que provém de uma consciência limpa, seja a vossa ventura a do herdeiro do Céu que conta os dias que faltam para entrar na posse da sua herança.
Não consiste a virtude em assumirdes severo e lúgubre aspecto, em repelirdes os prazeres que as vossas condições humanas vos permitem. Basta reporteis todos os atos da vossa vida ao Criador que vo-la deu; basta que, quando começardes ou acabardes uma obra, eleveis o pensamento a esse Criador e lhe peçais, num arroubo d'alma, ou a sua proteção para que obtenhais êxito, ou a sua bênção para ela, se a concluístes. Em tudo o que fizerdes, remontai à Fonte de todas as coisas, para que nenhuma de vossas ações deixe de ser purificada e santificada pela lembrança de Deus.
A perfeição está toda, como disse o Cristo, na prática da caridade absoluta; mas, os deveres da caridade alcançam todas as posições sociais, desde o menor até o maior. Nenhuma caridade teria a praticar o homem que vivesse insulado. Unicamente no contacto com os seus semelhantes, nas lutas mais árduas é que ele encontra ensejo de praticá-la. Aquele, pois, que se isola priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de aperfeiçoar-se; não tendo de pensar senão em si, sua vida é a de um egoísta. (Capítulo V, nº 26.)
Não imagineis, portanto, que, para viverdes em comunicação constante conosco, para viverdes sob as vistas do Senhor, seja preciso vos cilicieis e cubrais de cinzas. Não, não, ainda uma vez vos dizemos. Ditosos sede, segundo as necessidades da Humanidade; mas, que jamais na vossa felicidade entre um pensamento ou um ato que o possa ofender, ou fazer se vele o semblante dos que vos amam e dirigem. Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa. Um Espírito Protetor. (Bordéus, 1863.)

Fonte de Pesquisa: Kardec, Por Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Disponível em  http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/index.html. Capturado em: 28/ 02/ 2012.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

ESTUDO DO DIA 22/02/ 2015 – O AMOR FORMANDO AUTO-ESTIMA

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 22/02/2015:
Tema: O AMOR FORMANDO AUTO-ESTIMA

“(...) Ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo” nos orienta Jesus, fornecendo a indicação precisa para o cultivo da auto-estima: o amor a si mesmo como uma condição para a doação ao próximo. Não podemos valorizar o outro se não temos conosco a experiência e a vivência do reconhecimento e da valorização pessoal. Em um outro momento, disse-nos Jesus: “Vós sois Luz do mundo, brilhe a vossa Luz”, recordando-nos a nossa origem divina e que somos Espíritos em processo evolutivo, capazes de atingir a perfeição. Devemos acreditar na imensa capacidade que temos de reagir e criar condições de aprimoramento. Convictos das nossas possibilidades de crescimento e conquistas pessoais, jamais permitiremos o cultivo arraigado da menor valia e o menosprezo para com nós mesmos. Temos como principal tarefa fazer a nossa luz brilhar, tornando-nos tudo aquilo de que somos potencialmente capazes. O conhecimento do Evangelho, no qual Jesus nos mostra a grandeza da espiritualidade de que somos portadores, faz-nos sentir aptos a amar.
Içami Tiba no seu excelente livro “Quem Ama Educa” nos oferece preciosos ensinamentos sobre a auto-estima e a participação do amor na sua formação:
“A auto-estima começa a se desenvolver numa pessoa quando ela é ainda um bebê. Os cuidados e os carinhos vão mostrando à criança que ela é amada e cuidada. Nesse começo de vida, ela está aprendendo como é o mundo a sua volta e, conforme se desenvolve, vai descobrindo seu valor a partir do valor que os outros lhe dão. É quando se forma a auto-estima essencial.
A auto-estima continua a se desenvolver conforme a pessoa se sente segura e capaz de realizar seus desejos e, futuramente, suas tarefas. É a auto-estima fundamental.
Para os pais, o amor incondicional que sentem pelos filhos está claro, mas para os filhos nem sempre esse amor é tão claro assim.
Toda criança se preocupa em agradar à mãe e ao pai e acredita que ao fazer isso estará garantindo o amor deles. Para ela, o sorriso de aprovação dos pais é amor, e a reprovação com um olhar sério ou uma bronca é não-amor.
É importante que fique claro para a criança que, mesmo que a mãe e o pai reprovem determinadas atitudes dela, o amor que sentem por ela não está em jogo”.
Para que a criança se sinta amada incondicionalmente, é necessário, acima de tudo, que seja respeitada.
Respeitar os filhos significa:
- Dar espaço para que tenham seus próprios sentimentos, sem por isso ser julgados, ajudando a expressá-los de maneira socialmente aceitável. Não é errado nem feio sentir raiva. O que pode ser reprovado é a expressão inadequada da raiva, como bater em alguém.
- Aceitá-los como são, mesmo que não correspondam às expectativas dos pais. Eles precisam ter os próprios sonhos, pois não nasceram para realizar os dos pais.
- Não os julgar por suas atitudes. Crianças erram muito, pois é assim que aprendem. Mãe e pai podem e devem julgar as atitudes, mas não os filhos. Se a atitude foi egoísta, o que deve ser mostrado é o egoísmo, mas não consagrá-lo dizendo “você é muito egoísta”. Frases do tipo “você é terrível” e “você não tem jeito mesmo” ensinam à criança que ela é egoísta, terrível e não tem jeito mesmo. Portanto, essas “qualificações” passam a ser sua identidade.
O respeito à criança lhe ensina que ela é amada não pelo que faz ou tem, mas pelo simples fato de existir. Sentindo-se amada, ela se sentirá segura para realizar seus desejos. Portanto, deixá-la tentar, errar sem ser julgada, ter seu próprio ritmo, descobrir coisas, permite à criança perceber que consegue realizar algumas conquistas. Falhar não significa uma catástrofe afetiva. Assim, a criança vai desenvolvendo a auto-estima, grande responsável por seu crescimento interno, e fortalecendo-se para ser feliz, mesmo que tenha de enfrentar contrariedades.
O que alimenta a auto-estima é sentir-se amado incondicionalmente e também o prazer que a criança sente de ser capaz de fazer alguma coisa que dependa só dela. Não o prazer ganho. O filho desenvolve a auto-estima quando brinca com o que ganhou, interage e cria novas brincadeiras; guarda o brinquedo dentro de si, sente sua falta e principalmente cuida dele. O brinquedo ganho adquire, então, significado para ele. Crianças que ganham uma infinidade de brinquedos que mal conseguem guardar não têm como desenvolver auto-estima suficiente para gerar felicidade.
O presente, para alimentar a auto-estima do filho, é aquele que o faz sentir merecedor. Sem dúvida, é muito prazeroso para os pais dar presentes que agradem aos filhos. Todos ficam contentes, os pais por darem e os filhos por receberem. Mas o princípio educativo é que os filhos sejam pessoas felizes, e não simplesmente alegres. A alegria é passageira e a capacidade de ser feliz deve pertencer ao filho. O prazer do “sim” é muito mais verdadeiro e construtivo quando existe o “não”.
Se uma criança é aprovada porque os pais contrataram para ela um professor particular, o mérito da aprovação é dos pais. O filho pode até sentir prazer por ter sido aprovado, mas no fundo sabe que o mérito não foi todo seu. Isso diminui sua auto-estima. Quando é aprovado porque estudou e se empenhou, sua auto-estima cresce. Ele adquire responsabilidade. A auto-estima é a fonte interior da felicidade.
Uma dica importante aos pais: quando proibirem alguma coisa ao filho, encontre outras que ele possa fazer. A simples proibição é paralisante. Educar é mobilizar a criatividade para o bem comum.
Em suma, é muito importante que os pais passem para os filhos a certeza de que eles são amados e capazes, possibilitando, assim, a segurança necessária de que precisarão para enfrentar os desafios evolutivos da presente encarnação.
A auto-estima deve ser solidificada ao longo da nossa existência, principalmente na infância. Para tanto, a nossa habilidade para a comunicação é muito importante e deve ser utilizada em plenitude, nos diálogos que mantemos com os filhos, nas instruções e nos exemplos que lhes transmitimos. Tudo, sempre, com um objetivo maior – Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
 
Fonte de Pesquisa: Carneiro, Tânia Maria Farias e Barreto, Eryka Florenice Pinheiro (organizadoras). Guia Útil dos Pais – Uma Abordagem Educacional Espírita – 2ª Edição – Fortaleza – CE: Edições GEPE – Grupo Espírita Paulo e Estevão, 2004. (Área de Ensino).15 a 18p.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

ESTUDO DO DIA 08/ 02/ 2015 – OBEDIÊNCIA E RESIGNAÇÃO

Texto que estudaremos no próximo domingo dia 08/02/2015:
Tema: OBEDIÊNCIA E RESIGNAÇÃO

8. A doutrina de Jesus ensina, em todos os seus pontos, a obediência e a resignação, duas virtudes companheiras da doçura e muito ativas, se bem os homens erradamente as confundam com a negação do sentimento e da vontade. A obediência é o consentimento da razão; a resignação é o consentimento do coração, forças ativas ambas, porquanto carregam o fardo das provações que a revolta insensata deixa cair. O pusilânime não pode ser resignado, do mesmo modo que o orgulhoso e o egoísta não podem ser obedientes. Jesus foi a encarnação dessas virtudes que a antigüidade material desprezava. Ele veio no momento em que a sociedade romana perecia nos desfalecimentos da corrupção. Veio fazer que, no seio da Humanidade deprimida, brilhassem os triunfos do sacrifico e da renúncia carnal.
Cada época é marcada, assim, com o cunho da virtude ou do vício que a tem de salvar ou perder. A virtude da vossa geração é a atividade intelectual; seu vicio é a indiferença moral. Digo, apenas, atividade, porque o gênio se eleva de repente e descobre, por si só, horizontes que a multidão somente mais tarde verá, enquanto que a atividade é a reunião dos esforços de todos para atingir um fim menos brilhante, mas que prova a elevação intelectual de uma época. Submetei-vos à impulsão que vimos dar aos vossos espíritos; obedecei à grande lei do progresso, que é a palavra da vossa geração. Ai do espírito preguiçoso, ai daquele que cerra o seu entendimento! Ai dele! porquanto nós, que somos os guias da Humanidade em marcha, lhe aplicaremos o látego e lhe submeteremos a vontade rebelde, por meio da dupla ação do freio e da espora. Toda resistência orgulhosa terá de, cedo ou tarde, ser vencida. Bem-aventurados, no entanto, os que são brandos, pois prestarão dócil ouvido aos ensinos. - Lázaro. (Paris, 1863.)

Fonte de Pesquisa: Kardec, Por Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Disponível em  http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/index.html.



domingo, 1 de fevereiro de 2015

MANHÃ DE HARMONIA E ALEGRIA

Parabéns a todos pelo o empenho nas atividades de hoje (01/02), aos facilitadores pela demonstração de um carinho especial pelo objetivo alvo das atividades, traduzido pela competência na preparação, condução e qualidade dos trabalhos. Aos participantes, que novamente contribuíram de maneira fundamental para o sucesso do que se desenvolveu. Enfim, reafirmo que a união de pensamentos de todos que compõe a Escola de Pais foi e será importante não só nesse resultado, mas em outros trabalhos futuros. Que Deus nos abençoe e continue a nos conceder muitos momentos assim. Muita paz!

ESSA É A NOSSA FAMÍLIA

sábado, 31 de janeiro de 2015